Soluções tecnológicas precisam ser aplicadas para frear a degradação da Amazônia

Foz do Iguaçu, 31 de agosto de 2016.

alfredo kingoDurante a palestra “Agricultura na Amazônia: Conflitos e Oportunidades”, o palestrante eng. agr. Alfredo Kingo destacou a falta de ofertas tecnológicas que resolvam os problemas de degradação da Amazônia, além da escassez de políticas públicas que consigam amenizar os danos causados pelos anos em que não houve uma fiscalização efetiva. “A Amazônia precisa ser repensada, as políticas ambientais não estão mais resolvendo a questão do desmatamento. É preciso buscar soluções tecnológicas eficientes, já que temos necessidade de uma revolução urgente”, disse Kingo.

Além disso, o palestrante citou oportunidades que existem para as pequenas produções, ajudando assim as áreas degradadas, mas que dependem da domesticação de recursos da biodiversidade, da piscicultura, de nichos de alimentos seguros, entre outros.

“A piscicultura é um grande exemplo. Por anos investimos muito na produção de frango. Hoje já produzimos em diversos estados e devemos fazer o mesmo com a piscicultura”, finalizou Kingo.

Obras de Contenção e Estabilização de Encostas

luis edmundo pradoDurante a palestra “Obras de Contenção e Estabilização de Encostas”, o eng. civ. Luis Edmundo Prado apresentou os tipos de contenção, processos de infiltração e algumas soluções que podem ser aplicadas para evitar qualquer dano causado por deslizamentos. Para o professor, o crescimento desordenado da população e a demora na realização de obras em encostas com risco são os fatores que mais dificultam a resolução desses problemas. “Os projetos existentes de drenagem estão deixando a desejar. Já existem estudos avançados para o plantio de espécies de árvores que podem nos ajudar nesse processo de drenagem e evitar danos maiores”, explica Edmundo.

Letícia Almeida
Equipe de Comunicação da 73ªSoea

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